“People love brands but brands don’t love people back – this results in so many missed opportunities to connect”. Marc Gobé “As pessoas adoram as marcas, mas as marcas não amam as pessoas de volta – isso resulta em tantas oportunidades perdidas para se conectar.”
Como ligar as marcas às emoções humanas? Como fazer para que a decisão de compra seja feita pela emoção e não apenas pela razão?
O Conceito de Emotional Branding foi criado a mais de 15 anos por Marc Gobé como um novo padrão para melhores práticas na construção das marcas.
Marc prega a necessidade das marcas de se comunicar em um nível mais emocional com seu publico.
Segundo Marc Gobé, autor do livro “A Emoção das Marcas”(Emotional Branding) e “Brandjam”, é fundamental estimular os cinco sentidos dos consumidores, a partir do uso das cores e formas da marca de uma empresa ou produto, permitindo que eles façam associações em sua mente e tenham uma avaliação positiva do produto, e vai muito além, Marc tem defendido a necessidade das marcas para entender melhor a comercialização através dos olhos, coração, cabeça e estomago das pessoas com conexões emocionais.
No livro Emotional Branding, Marc identifica os 10 mandamentos para criar marcas emocionais:
1. de Consumidores para Pessoas: os clientes não devem ser vistos como alvos a serem atacados, mas como pessoas com as quais deve-se construir um relacionamento.
2. de Produtos para Experiências: Produtos atendem necessidades, mas proporcionar experiências satisfaz desejos.
3. de Honestidade para Confiança: Honestidade é obrigação. As marcas devem buscar confiança, para gerar envolvimento e intimidade.
4. de Qualidade para Preferência: Não basta ter qualidade reconhecida. É preciso buscar a preferência do público.
5. de Notoriedade para Aspirações: Ser conhecido é diferente de ser amado. Para ser amada, a marca precisa refletir as aspirações de seus clientes.
6. de Identidade para Personalidade: As marcas para se diferenciarem, além de ter uma identidade clara, precisam ter uma proposta, caráter e carisma.
7. de Funcionalidade para Sentimento: Mais do que funcionais, os produtos devem proporcionar experiências através do design.
8. de Onipresença para Presença Emocional: Alta visibilidade não é mais suficiente, as marcas devem buscar contatos emocionais com as pessoas.
9. de Comunicação para Diálogo: Mais do que discursar através da comunicação tradicional, as marcas precisam estar presentes na vida dos seus clientes.
10. de Atendimento para Relacionamento: Atender bem é só uma tarefa de venda. Estabelecer relacionamentos é reconhecer a importância do cliente.
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